Bem Vindo!!!

Seja bem-vindo a compartilhar conosco, idéias e informações sobre o legado deixado dessa Magnífica Ordem.

Trabalhem para a Grande Obra.'.

Estudem suas Ordens Iniciáticas e Filosofia.

Façam o seu papel, critique e apresente suas ideias sobre o nosso cotidiano no Mundo.

Deixe sua sugestão, pergunta ou comentário.

Além disso, conheça mais o legado das demais Ordens herdeiras das tradições Templárias, a Maçonaria.:, RosaeCrucis.:, Golden Dawn:., Thelema:.,Sistemas herméticos e esotéricos.

"Gloria in Excelsis in Deo Et in Terra Pax Hominibus Bonae Voluntatis"

Mostrando postagens com marcador thelema. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador thelema. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 6 de abril de 2012

O que significa Brethren???

A palavra "Brethren" é uma antiga forma do plural de "brother", e não é usada em circunstancias normais. Ela é usada com frequencia para distinguir "irmãos de sangue" e "irmãos" membros de comunidades religiosas ou fraternais, que é o caso da Maçonaria.

É encontrada principalmente nos Rituais ingleses (incluindo Nova Zelandia) e Rituais americanos. Outras fraternidades, distintas da Maçonaria, também a usam. Parece haver um senso comum em usá-la, e seu uso frequente e continuado, o justifica amplamente.
93
0001.

A antiga Oraçao Celta


Que jamais, em tempo algum, o teu coração acalente ódio.
Que o canto da maturidade jamais asfixie a tua criança interior.

Que o teu sorriso seja sempre verdadeiro.
Que as perdas do teu caminho sejam sempre encaradas como lições de vida.
Que a música seja tua companheira de momentos secretos contigo mesmo.
Que os teus momentos de amor contenham a magia de tua alma eterna em cada beijo.
Que os teus olhos sejam dois sóis olhando a luz da vida em cada amanhecer.
Que cada dia seja um novo recomeço, onde tua alma dance na luz.
Que em cada passo teu fiquem marcas luminosas de tua passagem em cada coração.
Que em cada amigo o teu coração faça festa, que celebre o canto da amizade profunda que liga as almas afins.
Que em teus momentos de solidão e cansaço, esteja sempre presente em teu coração a lembrança de que tudo passa e se transforma, quando a alma é grande e generosa.
Que o teu coração voe contente nas asas da espiritualidade consciente, para que tu percebas a ternura invisível, tocando o centro do teu ser eterno.
Que um suave acalanto te acompanhe, na terra ou no espaço, e por onde quer que o imanente invisível leve o teu viver.
Que o teu coração sinta a presença secreta do inefável!
Que os teus pensamentos e os teus amores, o teu viver e a tua passagem pela vida, sejam sempre abençoados por aquele amor que ama sem nome. Aquele amor que não se explica, só se sente.
Que esse amor seja o teu acalanto secreto, viajando eternamente no centro do teu ser.
Que este amor transforme os teus dramas em luz, a tua tristeza em celebração e os teus passos cansados em alegres passos de dança renovadora.
Que jamais, em tempo algum, tu esqueças da Presença que está em ti e em todos os seres.
Que o teu viver seja pleno de Paz e Luz!


Bom meditação!!!

sábado, 31 de março de 2012

“Tábua Esmeraldina” de Hermes Trimegisto.

Para um Frater que me ligou ontem pedindo a Tábua...:


“Tábua Esmeraldina” de Hermes Trimegisto.

Isto é complexo, mas é verdadeiro sem mentiras:
Tudo o que está aqui embaixo também está no alto;
também no alto está o que está embaixo,
pois tudo é obra de uma só coisa.
Todas as coisas vieram e vem de uma,
da qual tudo nasceu e à qual tudo se ajustou,
pois tudo se adaptou a ela, a Causa Ùnica.
O Pai de tudo, que é a realidade, que é o querer do universo,
Aqui está, com sua força total convertida em Terra.
Se quiserdes saber o segredo dessa força suprema,
deveis separar a terra do fogo,
o fino e sutil do espesso e grande,
Suavemente e com todo cuidado.
Sobe da terra ao céu e, dali, volte à terra,
para receber a força do que está em cima e
do que está embaixo.
Assim, receberás a luz de todo o mundo
e as trevas se afastarão de ti.
Esta é a força de todas as forças, que vencerá tudo o que é sutil,
como vencerá tudo quanto é grande,
e que penetrará em tudo o que é sólido e palpável.
Portanto, o mundo pequeno está feito,
à semelhança do mundo grande.
Assim e desse modo, ocorrerão mudanças prodigiosas.
Por isso me chamam Hermes Trimegisto,
Pois possuo as três partes da Sabedoria de todo o mundo.
Terminado está o que disse sobre a Obra do Sol.

terça-feira, 13 de março de 2012

SUMMUM BONUM

Como todos sabemos (ao menos assim nos foi dito, e sempre de 'boca-a-ouvido'), que todo simbolismo traz em seu bojo, vários níveis de interpretação e somente àqueles verdadeiros IIr.'. que se dispuseram a pesquisar e a estudar sem cessar, jamais 'comendo-prato-feito' por terceiros, saindo pois, daquela 'rasteira' interpretação 'chinfrin' destinada à imensidão de 'pobres-de-espírito' (mentes-veladas), são os únicos que puderam realmente alcançar a GNOSIS = SOFIA = SABEDORIA.

Depois da acachapante revelação do verdadeiro significado da DECISÃO UNILATERAL (leia-se: não haviam ignominiosas votações no Sinédrio) do Rei Salomão, referente ao Bebê [Isaac = Jesus = Criança Dourada = Egrégora] reclamado por Duas Mães [CCol.'.], vamos a outra que nos revela o mesmo foco:

"Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse montanhas, e não tivesse amor, nada seria." (I Coríntios 13:1-2 ACF1) Paulo de Tarso

Vamos desdobrar, e desvelar, esta fabulosa, porém hermética, fala de Paulo de Tarso, proferida depois de alegoricamente ele ter perseguido e matado Cristãos (eram IIr.'. de outra Obediência, algo como os hoje 'rotos' das GG.'.LL.'. estarem a perseguir implacavelmente os 'maltrapilhos' do G.'.O.'.B.'.):

"Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor: leia-se: se eu não me EMOCIONAR  ALTRUÍSTICAMENTE, mesmo conhecendo os sofrimentos e ignorância dos homens, como também, se eu não souber técnica e tempestivamente, como funcionam os Templos Patriarcais, e não tivesse de participar de uma IMPORTANTE E TEMPESTIVA ORDEM DO DIA (Uma Cabeça Vazia é a Casa do Diabo, dito popular!), eu não conseguiria gerar o "SUMMUM BONUM" do meu Cálice Sagrado (GRAAL) para depositá-lo incondicionalmente no GRAAL DO TEMPLO PATRIARCAL...

E ainda que tivesse o dom de profecia: leia-se: E ainda que eu soubesse como, quando, e o que CRIAR EM C.'. de U.'. (jamais privilegiando o Ego Inferior ou o Ego Superior, sempre agindo de forma JUSTA E CORRETA) ...

... e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência: leia-se: ... e fosse suficientemente humilde para com tudos e para com todos (principalmente os não IIr.'.),  para poder participar de um RITUAL PATRIARCAL, NÃO CORROMPIDO, TÉCNICA e MAGISTRALMENTE CONDUZIDO, ATIVADO E ENERGIZADO ...

 ... e tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse montanhas, e não tivesse amor, nada seria. Leia-se: ... se eu não me dispuser a TRABALHAR SEM CESSAR, POR TODA A CRIAÇÃO, HUMANIDADE E NATUREZA, tal qual GEPPETO totalmente dedicado a sua Criação Maior: PINÓQUIO, eu não conseguiria CRIAR COM BELEZA E PERFEIÇÃO e NÃO REPLICARIA O GÊNESIS (para que servem então todos aqueles 33 'aventais' de médicos legistas de necrotério??? - Em tempo: necrotério é o local para onde remetemos o nosso Ego Inferior, a nossa parte Animal)!
Ir.: Marcelo FA M.: M.:

domingo, 11 de março de 2012

Giordano Bruno e sua filosofia...

Giordano Bruno (1548 - 1600)


Para Bruno o universo é constituído de um único corpo, mas as coisas singulares são ordenadas com precisão e estão conectadas com todas as outras coisas. O que fundamenta essa organização são as ideias, que são princípios eternos e imutáveis. Cada coisa particular é uma imitação, uma imagem ou a sombra da realidade ideal que a orienta. Nossa mente também segue essa estruturação universal e nossas ideias não são eternas e imutáveis, mas são o reflexo, o vulto das ideias que não se alteram.
Mesmo nossas ideias sendo a sombra de algo imutável, através delas podemos chegar ao verdadeiro conhecimento se encontrarmos um método que consiga assimilar e compreender a complexidade da realidade. Esse método tem que ter a capacidade de entender essa estrutura universal ideal que sustenta todo universo.
Para Giordano o método para entender a unicidade e a multiplicidade do universo é a memória. A memória nos permite impedir que nossa mente se confunda com o grande número de coisas que existem no universo e com os conceitos e representações dessas coisas. Essas representações são sombras das ideias divinas e a memória serve para fixar em nossa mente essas imagens. Através de exercícios de memória podemos colocar em nossa mente um grande número de reflexos das coisas e das ideias divinas, o que torna mais sólida nossa capacidade intelectiva e mais eficaz nossa ação sobre o mundo. Para atingir esses objetivo é que Giordano Bruno foi grande estudioso e professor de mnemônica, que é o estudo de técnicas para facilitar a memorização.
Bruno sustenta ainda que o universo é infinito, e como infinito não tem um centro nem uma circunferência.
Em seus estudos sobre ética Bruno culpa o cristianismo de inverter os valores morais de sua época. O cristianismo tornou a crença sem reflexão em uma sabedoria, a hipocrisia humana em conselho divino, a corrupção da lei natural em piedade religiosa, o estudo em loucura, a honra em riqueza, a dignidade em elegância, a prudência na malícia, a traição na sabedoria e a justiça na tirania.
Para combater essa situação Giordano cria uma escala de valores onde em primeiro lugar está a verdade, em segundo a prudência e em terceiro a sabedoria. Em quarto lugar está a lei, que regula o comportamento das pessoas e na sequência, a força de espírito que é a virtude interior.
Deus, para o filósofo Bruno, não pode ser conhecido pelas suas consequências nem por suas obras, da mesma forma que não podemos conhecer o escultor pela estátua. Não podemos conhecer Deus porque Ele está muito além da nossa capacidade intelectiva. O caminho mais digno para nos aproximarmos de Deus é através da sua revelação.
Mas Deus como objeto de estudos da filosofia, é a própria natureza. E como natureza Deus é o motivo e a origem do universo. É motivo porque Ele é que define as coisas que formam o universo. E é origem porque é Ele quem dá a existência para as coisas do universo. Deus é o intelecto universal que anima, serve de base e governa o mundo.
Sentenças:
- Deus é tudo em tudo, mas não em cada parte.
- O tempo tudo tira e tudo dá; tudo transforma e nada destrói.
- Não existe satisfação sem tristeza.
- A poesia não nasce das regras.
- Somos a causa de nós mesmos.
- O universo é uno, infinito e imóvel.
- Os homens mais devotos e santos, um dia foram chamados de asnos.
- Não é a matéria que causa o pensamento, mas o pensamento que causa a matéria.
- O homem não tem limites, e um dia se dará conta disso e será livre, ainda neste mundo.
- O amor torna o velho louco e o jovem sábio.
- A ignorância é a mãe da felicidade.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Ouro de Tolo - A magia como Ciência

A Renascença recuperou uma das noções abandonadas ou latentes de que as civilizações antigas possuíam fórmulas mágicas: O Egito dos Faraós, supõem-se que os sarcedotes traziam a vida estátuas com uso de antigos talismãs; no alvorecer da Grecia, Orfeu haveria escrito encantamentos que podiam curar doenças;os antigos Judeus teriam um metodo de manipular símbolos - Kabbalah - para invocar poderes reservados a Deus. A pesquisa renascentista de textos antigos inspirou  essas afirmações, trazendo à superfície textos mágicos da Antiguidade, que acrença religiosa da Idade Média condenara como insensatos ou demoníacos. Para os escritores da Renascença, a magia era benéfica, desde que utilizada para a cura e conhecimentos naturais, e alguns textos mágicos teriam sua leitura permitida entre os Cristãos.

Os textos mais influentes foram as obras atribuídas a HERMES TRIMEGISTO, um mago do antigo Egito,  que na realidade foram redigidos por um falsificador bizantino anônimono Séc.: II e III d.c. . Os textos chegaram a Florença no meio de uma remessa de livros trazidos da Macedônia e destinados a Biblioteca dos Médici, em 1460, e causaram sensação. O magos da Renascença sentiram estimulados a buscar a sabedoria egípcia como alternativa ao racionalismo do ensino clássico. A diferença entre mágica e ciência, como forma de controle da natureza, quase desapareceu no séc.: XVI.

O doutor FAUSTO, que vendeu a alma ao diabo em troca do acesso mágico ao conhecimento, foi um personagem de ficção, mas era emblemático de um anseio real. No mundo faustiano, a sabedoria residia no ocultismo. RODOLFO II (1552-1612), o imperador do Sacro Império Romano, mecenas das Artes Esotéricas, foi saudado como novo HERMES ou THOT ...
Os magos reuniam-se em seu Castelo de Hradschin para revelar "segredos" da natureza e praticar a astrologia, a alquimia, a cabala e a pansofia, em uma tentativade classificar os conhecimentos e ter acesso ao domínio do univrso.

Assim, deu-se origem a diversas atividades ostensivas. A Alquimia resultou a Quimica; a astrologia transformou-se em astronomia; a cabala gerou a matemática e a pansofia deu origem aos sistemas de classificação da natureza. Os magos elaboraram o que chamariam de " TEATROS DO MUNDO", nos quais todos os conhecimentos podiam ser compartimentados e apresentados em "CÂMARAS MÁGICAS".

Muitos personagens da Revolução Científica no mundo Ociedental, nos séc.: XVI e XVII, começaram pela mágica ou mantiveram seu interessse nela. Kepler foi um dos protegidos de RODOLFO II. Newton ocupava-se da Alquimia. Leibniz estudou os hieróglifos e os símbolos cabalísticos. Para os Historiadores, a ciência ocidental nasceu do racionalismo e do empirismo. No entanto, a ciência deve muito à magica Renascentista.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Saiba quem é Vivekananda!!!

Veja a sua idéia...


Trechos do livro "O que é religião - O ideal de uma religião universal", de Swami Vivekananda (Ed. Lótus do Saber):




A alma é potencialmente divina. A finalidade da vida é manifestar essa divindade interior pelo controle da natureza, interna e externa. Faça isso por meio da ação, do culto, do domínio da mente ou da filosofia - por um, mais de um ou por todos esses meios - e seja livre. Nisso consiste a religião. Doutrinas, dogmas, rituais, livros, templos ou imagens são apenas particularidades secundárias.



Em cada religião, aparentes contradições e perplexidades assinalam diferentes estágios de evolução. O objetivo de todas as religiões é realizar Deus inerente na alma. Esta é a única religião universal.



Devo acrescentar que é bom nascer no seio de uma igreja, mas é ruim morrer nela. É bom nascer criança, mas é ruim permanecer criança. Igrejas, cerimônias e símbolos são bons para infantes. Porém, quando a criança cresce, deve ir além da igreja e de si mesma. Não podemos ser crianças para sempre. Seria como tentar vestir o mesmo casaco em pessoas de qualquer tamanho e idade. Não reprovo a existência de seitas no mundo. Quisera Deus que houvesse mais vinte milhões delas, pois quanto mais seitas existirem, maior será o campo de escolha. Minha objeção é quanto à tentativa de fazer com que uma única religião se ajuste a todos os casos. Embora as religiões sejam iguais em sua essência, apresentam necessariamente uma multiplicidade de formas causada pelas condições dissimilares que existem nos diferentes países. Devemos ter nossa própria religião pessoal - individual, no que se refere a exterioridades.



Religião é para realizar-se agora. Para tornar-se religioso, comece sem nenhuma religião, faça sua própria escalada, perceba e contemple os fatos por si mesmo. Quando proceder assim, então, e só então, terá uma religião. Antes disso, você não é melhor que os ateus, talvez seja até pior, porque o ateu é sincero. Ele se levanta e declara: - Nada sei sobre isso - enquanto os outros também não sabem, mas vão adiante batendo no peito: - Somos pessoas muito religiosas. Que religião eles professam, ninguém sabe; engoliram alguma história da carochinha e os sacerdotes pediram que nela acreditassem.



A realização de Deus é o único caminho, e cada um de nós terá de descobrir isso por si mesmo. Para que servem, então, esses livros, essas Bíblias do mundo? São de grande utilidade, como mapas de um país.



Minha idéia, portanto, é que todas essas religiões são diferentes forças na ordem divina, trabalhando pelo bem da humanidade. Acredito que elas não sejam contraditórias, mas suplementares. A religião universal, sonhada pelos filósofos, já está aqui.



Se fosse da vontade de um Criador sapientíssimo e misericordioso que só existisse uma religião e que as restantes acabassem, isto já teria acontecido há muito, muito tempo. Se, efetivamente, só uma dessas religiões fosse verdadeira e as outras falsas, ela hoje estaria difundida no mundo inteiro. Não é, porém, o que acontece. Nenhuma religião propagou-se sozinha por toda a parte. Todas as religiões às vezes avançam, às vezes retrocedem.



Não é possível fazer com que todos concordem com a mesma idéia; isto é um fato, e graças a Deus que seja assim. Não me oponho a nenhuma seita. Fico feliz que existam e desejo que se multipliquem cada vez mais. Por quê? Simplesmente porque, se você e eu tivéssemos de pensar exatamente os mesmos pensamentos, não haveria mais pensamentos para pensarmos. Sabemos que duas ou mais forças devem entrar em colisão a fim de produzir movimento. É o choque das idéias, a diferenciação entre elas, que desperta a reflexão... enquanto a humanidade pensar, haverá seitas. A diversidade é sinal de vida!



Só conhecemos da verdade aquele tanto que se relaciona conosco e que somos capazes de assimilar. Isso diferencia um homem de outro e provoca, também, algumas vezes, idéias contraditórias. No entanto, todos nós fazemos parte da mesma grande verdade universal.



O livro de Deus está terminado ou é uma constante e contínua revelação? É um livro maravilhoso - as revelações espirituais do mundo. A Bíblia, os Vedas, o Alcorão e todas as escrituras sagradas são apenas algumas páginas de um número sem fim que ainda resta folhear. Eu o deixaria aberto para todos. Vivemos no presente, porém estamos abertos para o futuro infinito. Acolhemos o passado, desfrutamos da luz do presente e abrimos todas as janelas do coração para o tempo que há de vir. Saudações aos profetas antigos, aos grandes seres da nossa época e aos que virão no futuro.

Swami Vivekananda foi um monge, iogue e filósofo hindu. Principal discípulo de Ramakrishna, Vivekananda é considerado um dos mais célebres e influentes líderes espirituais do hinduísmo moderno, sobretudo da filosofia Vedanta (onde foi pioneiro no Ocidente), e inspirador do movimento do espiritualismo universalista.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Entenda o TAO...

Ele é o princípio e origem de tudo. É absoluto. Em todas as coisas e tempos. É abrangente e infinito. É a naturalidade. A ordem cósmica. A essência de todas as coisas. É a não-intenção, a espontaneidade, a naturalidade. É a ação sem intenções egoístas ou maliciosas. O que leva à raiz. É a suprema abrangência, que é a tolerância e aceitação em tudo; o ser compreensivo no cotidiano. E o caminho, a passagem para a tolerância, a abrangência, estão na virtude do vazio, do orifício: o romper barreiras entre pessoas e mundos, como faz o buraco do muro. É viver o que vem da vida no Caminho, que é o mais natural. É ouvir a canção da água no palácio de águas cristalinas, de transparência interior. Sem as impurezas do coração, que impedem a percepção das coisas verdadeiras. É simplesmente trabalhar, falar, ajudar, fluir e viver cada momento com o possível e o disponível de cada instante. Sem irritação, sem estresse, sem raiva. Mas não é entregar-se, ficar sem ação. É outra atitude mental. É o caminho da naturalidade...




O TAO absoluto está em toda parte. O Caminho é feito pelos animais, pela poeira, pelas formigas. Está dentro e fora de todas as coisas. É indescritível e indeterminado.



O TAO do homem não pode ser compreendido pelo cachorro. Mas ele existe no cachorro e no homem. Não é um vazio, um vácuo. Não é um símbolo, mas não é a ausência de imagem. É existência que não se enquadra em nenhuma existência, mas representa todas as existências e formas. É existência de todas as coisas e não é nenhuma delas. De modo que a soma das imagens não é nenhuma imagem. Só se alcança pela não-existência.



Renunciando à sua imagem você alcança a imagem da não-imagem. Esquecer o de fora, parar de pensar, esvaziar-se.



Livrar-se da existência física, emocional e mental, para contemplar a não-existência. Não pode ser descrito porque o finito não descreve o infinito. Assim como a palavra não descreve o silêncio.



Se você não disputar, não pode vencer nem ser vencido. É ação pela não-ação.



Essência e força vital criativa de todas as vidas, as quais cria e mantém. É a força primordial por trás de todas as coisas. Traz renovação, e, pela meditação, transforma e vitaliza.



Tudo o que é impermanente é falso: juventude, poder, fama, a imagem vista. Imortais são os seres que encontram essa essência da eternidade. São os Iluminados. Pois, assim como o saber nas bibliotecas, o Caminho só existe quando é freqüentado. Quando a transformação não ocorre na essência, por dentro, nós fantasiamos por fora. E de que vale mudar por fora, se o interior permanece imutável.



Só a essência dos seres que andam, das estrelas que vagam, da natureza que frutifica e traz vida, só ela é autêntica.



por Clovis

A Estrela que brilha em Silêncio!!!

Sem sombra de dúvida, nenhuma organização é tão fascinante e ímpar quanto a gloriosa maçonaria. Com a missão de tornar homens bons, melhores, ela conseguiu a proeza de permanecer intacta às intempéries da vida, mantendo-se firme como os preceitos que a impulsionam. Com a trilogia: Igualdade, Fraternidade e Liberdade, digna de atenção, pois, conceitos modernos e indispensáveis para um convívio melhor, na sociedade, há séculos são conhecidos, praticados e divulgados por seus integrantes. Hoje se fala muito em ecumenismo, como forma de resposta aos conflitos religiosos, contudo, a maçonaria foi a primeira entidade em que a fé individual foi utilizada como instrumento de integração, e não como combustível para sangrentas guerras, provando que todos somos filhos do mesmo Criador, ou seja: irmãos, e podemos viver realmente como tal, independente da religião a que pertençamos. Atualmente, percebemos que o racismo é uma patologia temível, que coloca em risco a humanidade, notamos então o valor, do exemplo da fraternidade maçônica, pois esta abomina todas as formas racismo. A filantropia, um de seus estandartes, tem uma característica própria que deixa esse gesto mais nobre: o silêncio, em que, na grande maioria das vezes, nem o próprio beneficiado tem conhecimento de seu benfeitor, esse condimento, não só deixa caracterizada a verdadeira caridade, como nos ensina que não devemos fazer as coisas boas, se podemos fazê-las perfeitas. Num universo tão eclético, seus congregados, aprendem a honrar três grandiosos pontos, que são sagrados em todos os lugares: Deus, Pátria e Família, independente da cultura, esses tópicos são uma unanimidade do que mais valioso um povo pode possuir. Percebemos que quando tais ícones são desonrados, as conseqüências são enormes. Porém, investida de tais predicados, foi sempre alvo constante de perseguições, injúrias, e preconceitos, pois jamais se alienou perante as mudanças globais, mostrando-se como obstáculo para caprichos de déspotas, prova disso é que até os nossos dias, estórias “fantásticas” pulverizadas nas mentes férteis das massas, associando à Maçonaria elementos malignos: “os maçons praticam magia negra” e, etc, são presentes e geram relatos tão absurdos, quanto à maldade de quem os criaram. Certamente, o que foi fundamental para que ela não se tornasse apenas uma mera coadjuvante na história da humanidade foi a dedicação e a disciplina de seus integrantes, pois apesar das lutas não se inclinou para os problemas, ao contrário, a cada obstáculo se fortaleceu. Privilegiando os excluídos, defendendo a ética, respeitando as autoridades, incentivando a paz, lutando conta vícios e cultivando a moral, ela segue firme sua jornada que é a disseminação desses valores, que são tão grandiosos e estão além do nosso plano material, pois a certeza da imortalidade da alma e a crença da existência de um Ser Supremo, são os geradores de tanta energia positiva, e com toda certeza, são companheiras dos maçons em qualquer trajeto, seja no cotidiano, ou na esperança de uma vida posterior.




por Cristyano Ayres Machado

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Ouroboros, oroboro e uróboro é satanismo??? É mais divino que vc pensa ...

Ouroboros (ou oroboro ou ainda uróboro) é um símbolo representado por uma serpente, ou um dragão, que morde a própria cauda. O nome vem do grego antigo: οὐρά (oura) significa "cauda" e βόρος (boros), que significa "devora". Assim, a palavra designa "aquele que devora a própria cauda". Sua representação simboliza a eternidade. Está relacionado com a alquimia, que é por vezes representado como dois animais míticos, mordendo o rabo um do outro. É possível que o símbolo matemático de infinito (∞) tenha tido sua origem a partir da imagem de dois ouroboros, lado a lado.




Segundo o Dictionnaire des symboles o ouroboros simboliza o ciclo da evolução voltando-se sobre si mesmo. O símbolo contém as ideias de movimento, continuidade, auto fecundação e, em consequência, eterno retorno.

Albert Pike, em seu livro, Morals and Dogma [p. 496], explica: "A serpente, enrolada em um ovo, era um símbolo comum para os egípcios, os druidas e os indianos. É uma referência à criação do universo".

A forma circular do símbolo permite ainda a interpretação de que a serpente figura o mundo infernal, enquanto o mundo celeste é simbolizado pelo círculo.

Noutra interpretação, menos maniqueísta, a serpente rompe uma evolução linear, ao morder a cauda, marcando uma mudança, pelo que parece emergir num outro nível de existência, simbolizado pelo círculo.

Para alguns autores, a imagem da serpente mordendo a cauda, fechando-se sobre o próprio ciclo, evoca a roda da existência. A roda da existência é um símbolo solar, na maior parte das tradições. Ao contrário do círculo, a roda tem certa valência de imperfeição, reportando-se ao mundo do futuro, da criação contínua, da contingência, do perecível.

O ouroboros costuma ser representado pelo círculo. O que parece indicar, além do perpétuo retorno, a espiral da evolução, a dança sagrada de morte e reconstrução.



Pode-se referir que o ouroboros, ou símbolos semelhantes, constam de obras alquímicas, nas quais significa “alimenta este fogo com fogo, até que se extinga e obterás a coisa mais estável que penetras todas as coisas, e um verme devorou o outro, e emerge esta imagem”. Isto, após uma fase em que pela separação se divide o um em dois, que contém em si mesmo o três e o quatro, “... é um fogo que consome tudo, que abre e fecha todas as coisas”.

Registre-se ainda, na tentativa de avançar pistas para a raiz etimológica da palavra “ouroboros”, que em copta “ouro” significa “rei” e em hebraico “ob” significa “serpente”.

Se o segundo símbolo constante da nossa imagem for uma alcachofra, diga-se que esta é tida por alguns o análogo vegetal da fénix, pois após ser submetida ao calor a sua flor perde o colorido e fica totalmente branca, posto o que renasce.

Geralmente, nos livros antigos, o símbolo vem acompanhado da expressão "Hen to pan" (o um, o todo). Remete-se assim, mais uma vez, ao tema da ressurreição, que pode simbolizar o “novo” nascimento do iniciado.

Em relação a certos ensinamentos do budismo tibetano (como dzogchen e mahamudra), pode-se esboçar uma maneira específica para vivenciar (em estado meditativo) este ato de "morder a própria cauda". Por exemplo, ao perceber-se num estado mental atípico (além das formas habituais) procurar olhar a si mesmo.




Assim, esse antigo símbolo alquímico grego de uma serpente comer sua cauda. A obra mística The Chrysopoeia de Kleopatra tem um desenho da serpente Ouroboros comer sua cauda, com o texto "Um é tudo". Outro emblema ilustra os símbolos de ouro, prata e mercúrio entre dois concêntricos círculos com o texto "Um é a serpente que tem seu veneno de acordo com duas composições" e "um é tudo e através dele é tudo e por ele é tudo e se você tiver não tudo, tudo é nada." O símbolo do Ouroboros também foi interpretado como a unidade da sacrificer e sacrificado, relacionadas com o simbolismo da vida mística.



A símbolo remonta à cultura Mesolítico (Azilian) e apareceu no simbolismo do número de corridas. O texto gnóstico Pistis Sophia, descreve o disco do sol como um grande dragão com o rabo na boca. O escritor do século IV Horopollon afirmou que os egípcios representavam o universo como uma serpente devorando sua própria cauda, um símbolo da eternidade e da imortalidade, uma imagem também encontrada em gemas gnósticas.



Em alquimia, o dragão cauda-comer representou o guardião do Tesouro místico, simbolizado pelo sol. Alquimia foi destruir ou dissolver este guardião como um estágio no sentido de conhecimento sobre este tesouro.



Possivelmente o familiar símbolo Yin-Yang chinês está relacionado com a serpente devorando cauda — aqui os princípios masculino-feminino em toda a natureza realizam-se em equilíbrio.



imagens extraídas de
"Le Monde à travers les OUROBOROS" - Serpents ou dragons qui se mordent la queue

Eu tenho TEmplo ou um palÁcio... entenda os MOtivos!!!!


Refletindo sobre o assunto, um “palácio” e um “templo” têm suas semelhanças, pois ambos foram construídos para a residência de algum rei. Um palácio é a morada de um soberano.




Em um palácio habita um rei do mundo terreno, entregue ao luxo de vivenciar a matéria com todos os seus desejos e prazeres, dedicando-se à uma vida de regalias, de excessos e de aventuras.



O templo, entretanto, é a habitação do Divino, do Supremo Soberano, do Grande Arquiteto do Universo. É lá onde se vivencia a ligação com o sagrado; onde se experimenta a conexão com as profundezas do espírito e onde está a simbologia que aponta para as leis que regem o Universo.

Cada um, ao aceitar a etapa de aprendizagem nesse plano, recebe uma construção que lhe servirá de morada; o corpo físico. Com o emprego do livre arbítrio escolhemos o que iremos fazer dele transformando-o em um palácio ou em um templo.



Poderemos, com o emprego da vontade( Thelema) , transformá-lo em um palácio de aventuras, se o reinante for o nosso “ego”. Nesse caso, o palácio servirá para atender aos incessantes e crescentes apelos dos cinco sentidos, buscando satisfazer-lhes as exigências, que a cada momento se apuram e se multiplicam.



Os vassalos ou empregados, nesse palácio, são os nossos pensamentos, sentimentos, palavras e ações, cada vez mais fiéis ao ego reinante, orientado pelos nossos conceitos e pré-conceitos nascidos da formação mundana que recebemos, oposta aos ensinamentos que nos conduzem às vivências evolutivas para o caminho do aperfeiçoamento ou da polidura.

As visitas recebidas nesse palácio, tão estreitamente ligadas ao soberano, trazem os presentes diletos que vêm com a sensualidade luxuriosa, a gula, a preguiça, avareza, a vaidade, a ira, a intolerância, a deslealdade, o orgulho e todos os vícios que as acompanham.

Esses visitantes deixam o palácio repleto de fuligens que se agregam pelas paredes, representadas pelos resíduos das drogas entorpecedoras, das fumaças que alteram os estados de consciência, de todas as substâncias químicas injetadas nas instalações hidráulicas, bem como os alimentos corrosivos que são armazenados nas despensas reais, enfraquecedores dos alicerces dos corredores e dos salões.

As formas-pensamento liberadas pela ação dos visitantes e dos presentes criam conseqüências, cujos resultados serão os ajustes reclamados pela Lei Universal de Causa e Efeito...



“Se tens um palácio, abençoa-o!”. Entendi que abençoar o “palácio”, significa a ação transformá-lo em “templo”. Isto é, prepará-lo, com todo o sacrifício que isso significar, para transformá-lo na condidgna habitação da Divindade, que é a sua verdadeira finalidade.



Para isso, é mister dedicação, com todo o nosso esforço e toda a nossa vontade, à tarefa limpar os resíduos corrosivos do palácio, “construindo masmorras aos vícios e levantando o templo para as virtudes” que são as convivas do Grande Arquiteto do Universo.



Essa bênção foi expressa pelo Mestre Jesus quando disse aos “doze”: “Acaso não sabeis que sois templos do Divino e que o Espírito Santo reside em vós?” Afirmação também reforçada em outra máxima quando nos alertou ser impossível “servir, ao mesmo tempo, a dois senhores...”



adaptado da rede... Seth

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

O.T.O - Ordo Templi Orientis

O.T.O.


As letras O.T.O. significam Ordo Templi Orientis, a Ordem dos Templários Orientais ou a Ordem do Templo do Oriente. O Objetivo da O.T.O. é auxiliar o indivíduo na conquista de sua liberdade pessoal e colaborar na formação de uma sociedade onde esta liberdade esteja assegurada. A liberdade defendida pela O.T.O. tem como pilares a Sabedoria, o Entendimento, a Beleza e a Coragem, que são os princípios da Fraternidade Universal.



Adotamos como livro sagrado “O Livro da Lei” que anuncia o Aeon de Horus e promulga a filosofia de Thelema.



Somos uma Ordem ocultista de cunho mágico-sexual e alcançamos nossos objetivos através de ritos iniciáticos e eclesiásticos, bem como, instruções que abrangem temas alquímicos, filosóficos, mágicos e místicos, estimulando a mente e ampliando a consciência. Temos também eventos culturais e sociais para o estimulo intelectual dos membros e estreitamento de laços fraternos entre todos.



Breve História

A Ordo Templi Orientis foi fundada por Carl Kellner e Theodore Reuss e tem início com a publicação de seu manifesto no jornal “The Oriflame” em 1903.



Inicialmente foi estabelecida como uma Academia Maçônica baseada nos ritos Antigo e Primitivo de Memphis, Antigo Oriental de Mizraim, Escocês Antigo e Aceito, de Swedenborg e Escocês de Cernau, destinada ao ensino da chave de Kellner para o simbolismo maçônico bem como as doutrinas rosacrucianas. Esta deveria ser uma Academia tanto para homens quanto para mulheres que buscassem este conhecimento.



Em 1908, tendo recebido das mãos de Gérard Encausse (Papus) a consagração episcopal e a autoridade primal dentro da Églaise Catholique Gnostique, Reuss incorpora à O.T.O. o que viria a ser a base da futura Ecclesia Gnostica Catholica.



Em 1921, com a morte de Reuss, Aleister Crowley assumiu o comando da Ordo Templi Orientis e reestruturou a Ordem totalmente de acordo com a filosofia de Thelema. Da mesma forma, a Igreja Gnóstica foi reformulada tendo em vista o mesmo objetivo, passando a ter como seu principal rito a Missa Gnóstica - Liber XV, de Crowley.



Em 1947 morreu Aleister Crowley e seu discípulo na A.·.A.·., Karl Germer, assumiu a liderança da O.T.O. Germer concentrou sua liderança na divulgação do trabalho escrito de Crowley, inclusive com pesquisa de muitos textos espalhados pelo mundo, concretizando a importante função de compilar e publicar importantes ensinamentos do Profeta do Novo Eon.



Germer morreu em 1962, sendo sucedido na liderança por McMurtry, discípulo direto de Crowley.



A liderança de McMurtry estendeu-se até sua morte em 1985, período no qual enfrentou duras lutas, inclusive judiciais, contra várias pessoas que não reconheciem seu direito à liderança, inclusive contra o brasileiro Marcelo R. Motta. Estas lutas serviram apenas para comprovar legalmente a validade da continuidade de nossa linha sucessória.



Com a morte de McMurtry, sucedeu-o nosso atual Frater Superior, Hymenaeus Beta.



sábado, 10 de dezembro de 2011

O QUINHÃO DE CROWLEY

O QUINHÃO DE CROWLEY NA REPUTAÇÃO MAÇÔNICA.



 



ALEISTER CROWLEY (1875-1947) FOI UM FILÓSOFO INGLÊS DO SÉCULO 19, CONSIDERADO POR MUITOS UM BRUXO E SATANISTA. SEU PENSAMENTO E PREGAÇÃO SE RESUMIAM BASICAMENTE NO CONTEÚDO DA OBRA CHAMADA LIVRO DA LEI E NA DOUTRINA CONHECIDA POR THELEMA (PALAVRA GREGA QUE SIGNIFICA VONTADE) E QUE PODE SER RESUMIDA EM "FAZ O QUE QUISERES QUE TUDO DEVE SER DA LEI. TODO HOMEM É UM INDIVÍDUO ÚNICO E TEM DIREITO A VIVER COMO QUISER".


PREGANDO ASSIM CLARAMENTE O HEDONISMO. NA REALIDADE O HEDONISMO, O GOZO MÁXIMO DOS PRAZERES TERRENOS (DROGAS, SEXO) É REALMENTE UM DOS PRINCÍPIOS DA MAIOR PARTE DAS SEITAS SATANISTAS, ENTRETANTO EM COMENTÁRIO PRÓPRIO, ALEISTER CROWLEY NUNCA SE CONSIDEROU OU SEQUER MENCIOU QUALQUER LIGAÇÃO PARA COM O SATANISMO, SENDO SUA JUVENTUDE MARCADA PELA EXTREMADA SEITA CRISTÃ CHAMADA IRMANDADE DE PLYMONTH (FUNDADA POR JOHN N. DARBY)., E O RESTO DE SUA VIDA A PROCURA E ESTUDO DO OCULTO E MÍSTICO.






ERA ADEPTO DA THE HERMETIC ORDER OF THE GOLDEN DAWN, UMA DAS MAIS INFLUENTES ORDENS DO SÉCULO XIX. UMAS DE SUAS POSSÍVEIS TEORIAS DE CRIAÇÃO É QUE FORA FUNDADA POR 2 ILUSTRES MESTRES MAÇONS (WILLIAM WINN WESTCOTT PROVAVELMENTE).


FOI APRESENTADO A DON JESUS MEDINA, UM DOS ALTOS CHEFES DA MAÇONARIA MEXICANA, EM SUA ESTADA NO MÉXICO,. CROWLEY AFIRMA QUE MEDINA, O CONVIDOU PARA INICIAR-SE EM SUA LOJA. AINDA SEGUNDO CROWLEY, ELE RAPIDAMENTE GALGARIA OS GRAUS MAÇÔNICOS, ALCANÇANDO, POR GRAÇA, O MAIS ALTO GRAU DO RITO (R.E.A.A). CROWLEY, NO ENTANTO, JAMAIS FOI CONSIDERADO UM MAÇOM REGULAR.


THELEMA (TÉLEMA) QUE SIGNIFICA EM GREGO VONTADE OU INTENÇÃO - LIVRO ESCRITO POR CROWLEY, QUE DARIA ORIGEM A UMA FILOSOFIA DE VIDA COM MESMO NOME SEGUINDO O LIVRO DA LEI, COMO SUA RÉGUA.


TENDO APRESENTADO A FIGURA DE CROWLEY, SUAS PASSAGENS EM VIDA E ALGUMAS ORDENS A QUAL FEZ PARTE, FICA EVIDENTE SUA LIGAÇÃO, SENÃO AFILIAÇÃO COM O OCULTO, MISTICISMO E PROVAVELMENTE F.MAC. SEU NOME MUITAS VEZES É LIGADO ERRONEAMENTE A ANTONY LAVEY, PAI DO SATANISMO, ISSO FEZ COM QUE HISTÓRIAS SURGISSEM PRINCIPALMENTE APÓS O DESCOBRIMENTO DO AUTO-ENTITULADO APELIDO DE 666. NA THELEMA E O LIVRO DA LEI CROWLEY IDENTIFICA O HUMANO COMO UMA ESTRELA, GERALMENTE INTERPRETADO COM A IDÉIA DE QUE CADA INDIVÍDUO É ÚNICO E TEM SEU PRÓPRIO TRAJETO NO UNIVERSO. CADA INDIVÍDUO UNI-SE AO SEU VERDADEIRO EU ATRAVÉS DO AMOR, ASSIM FEITO, O UNIVERSO SE UNE A VOCÊ PELO MESMO CAMINHO.


UMA ILUSTRE FIGURA PORTUGUESA, FERNANDO PESSOA, CORRESPONDEU-SE E ATÉ CONHECEU PESSOALMENTE O SENHOR CROWLEY, CHEGANDO EM 1931 A TRADUZIR UM DE SEUS POEMAS (HYMN TO PAM – HINO A PÂ) PARA NOSSO IDIOMA.


AS SIMILARIDADES COM A F.MAC SÃO MUITAS:


 NÃO É UMA RELIGIÃO, ACEITA DIVERSAS CRENÇAS


 USA UM LIVRO COMO BASE, O NOME LIVRO DA LEI, NÃO É MERA SEMELHANÇA


 GLORIFICA O INDIVÍDUO, O CONHECIMENTO E OS CAMINHOS PARA CHEGAR A TAL


 TEM NA VONTADE DO HOMEM SEU COMBUSTÍVEL PARA CRESCER ESPIRITUALMENTE


 SÃO INÚMERAS AS ALUSÕES EM SUA OBRA SOBRE PIRÂMIDES, O OLHO DE RÁ E SIMBOLOGIA MESOPOTÂMICA.


FINALIZANDO, TODAS ESSAS SIMILARIDADES E SENDO O SR.CROWLEY E SUA HISTÓRIA PÚBLICA, FICA EVIDENTE QUE BOA PARTE DA “MÁ” FAMA QUE ESTE CARREGOU POR SUA VIDA TENHA SIDO HERDADA A ALGUM MOMENTO PELA F.MAC. DADAS SUAS CARACTERÍSTICAS EM COMUM E PARTICIPAÇÕES COLIGADAS. PROVA HISTÓRICA DE QUE MESMO A F.MAC. NÃO SENDO SECRETA E SIM DISCRETA, AS AÇÕES DOS HOMENS IMPLICAM DIRETAMENTE NO QUE É DESCONHECIDO, CONSEQÜENTEMENTE, TEMENDO-A E PRÉ-JULGANDO-A COM BASES INSÓLITAS E MUITAS VEZES FANTASIOSAS, O QUE, POR IRONIA DO DESTINO, PARECE NÃO ACONTECER NESTE CASO.






Comp.: Alvaro Ferreira
Porto-Portugal

Postagens populares