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"Gloria in Excelsis in Deo Et in Terra Pax Hominibus Bonae Voluntatis"

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domingo, 11 de março de 2012

Giordano Bruno e sua filosofia...

Giordano Bruno (1548 - 1600)


Para Bruno o universo é constituído de um único corpo, mas as coisas singulares são ordenadas com precisão e estão conectadas com todas as outras coisas. O que fundamenta essa organização são as ideias, que são princípios eternos e imutáveis. Cada coisa particular é uma imitação, uma imagem ou a sombra da realidade ideal que a orienta. Nossa mente também segue essa estruturação universal e nossas ideias não são eternas e imutáveis, mas são o reflexo, o vulto das ideias que não se alteram.
Mesmo nossas ideias sendo a sombra de algo imutável, através delas podemos chegar ao verdadeiro conhecimento se encontrarmos um método que consiga assimilar e compreender a complexidade da realidade. Esse método tem que ter a capacidade de entender essa estrutura universal ideal que sustenta todo universo.
Para Giordano o método para entender a unicidade e a multiplicidade do universo é a memória. A memória nos permite impedir que nossa mente se confunda com o grande número de coisas que existem no universo e com os conceitos e representações dessas coisas. Essas representações são sombras das ideias divinas e a memória serve para fixar em nossa mente essas imagens. Através de exercícios de memória podemos colocar em nossa mente um grande número de reflexos das coisas e das ideias divinas, o que torna mais sólida nossa capacidade intelectiva e mais eficaz nossa ação sobre o mundo. Para atingir esses objetivo é que Giordano Bruno foi grande estudioso e professor de mnemônica, que é o estudo de técnicas para facilitar a memorização.
Bruno sustenta ainda que o universo é infinito, e como infinito não tem um centro nem uma circunferência.
Em seus estudos sobre ética Bruno culpa o cristianismo de inverter os valores morais de sua época. O cristianismo tornou a crença sem reflexão em uma sabedoria, a hipocrisia humana em conselho divino, a corrupção da lei natural em piedade religiosa, o estudo em loucura, a honra em riqueza, a dignidade em elegância, a prudência na malícia, a traição na sabedoria e a justiça na tirania.
Para combater essa situação Giordano cria uma escala de valores onde em primeiro lugar está a verdade, em segundo a prudência e em terceiro a sabedoria. Em quarto lugar está a lei, que regula o comportamento das pessoas e na sequência, a força de espírito que é a virtude interior.
Deus, para o filósofo Bruno, não pode ser conhecido pelas suas consequências nem por suas obras, da mesma forma que não podemos conhecer o escultor pela estátua. Não podemos conhecer Deus porque Ele está muito além da nossa capacidade intelectiva. O caminho mais digno para nos aproximarmos de Deus é através da sua revelação.
Mas Deus como objeto de estudos da filosofia, é a própria natureza. E como natureza Deus é o motivo e a origem do universo. É motivo porque Ele é que define as coisas que formam o universo. E é origem porque é Ele quem dá a existência para as coisas do universo. Deus é o intelecto universal que anima, serve de base e governa o mundo.
Sentenças:
- Deus é tudo em tudo, mas não em cada parte.
- O tempo tudo tira e tudo dá; tudo transforma e nada destrói.
- Não existe satisfação sem tristeza.
- A poesia não nasce das regras.
- Somos a causa de nós mesmos.
- O universo é uno, infinito e imóvel.
- Os homens mais devotos e santos, um dia foram chamados de asnos.
- Não é a matéria que causa o pensamento, mas o pensamento que causa a matéria.
- O homem não tem limites, e um dia se dará conta disso e será livre, ainda neste mundo.
- O amor torna o velho louco e o jovem sábio.
- A ignorância é a mãe da felicidade.

domingo, 1 de janeiro de 2012

Quem foi Santo Agostinho ou Agostinho de Hipona...

Agostinho de Hipona (354 - 430)






Agostinho cria e tenta resolver problemas filosóficos pensando em si e nos seus dilemas e inquietudes morais e intelectuais. O que ele expôs como filosofia e teologia foram geralmente respostas para questionamentos seus. As suas investigações têm como centro a próprias características morais e intelectuais.



O objetivo de Agostinho é conhecer a alma, ou seja, a sua própria interioridade e para isso ele tem que passar pelo conhecimento de Deus. Ele busca desvendar os mistérios da fé e esta é o fim das suas inquisições, mas a fé é também uma exigência e guia para que as investigações sejam feitas.



A fé é um antecedente necessário da filosofia de Agostinho e para ele a fé é a percepção de ter sido tocado de alguma forma por Deus. Essa percepção além de mudar a forma de pensar muda também a forma de viver. A filosofia é um meio para melhor pensar, para melhor compreender a fé. Mas a fé não se coloca no lugar da inteligência, a fé incentiva a inteligência, o pensamento é também condição para que exista a fé. O conhecimento também não elimina a fé, esta se torna mais forte através da inteligência. A fé procura e a inteligência localiza e descobre.



Agostinho busca conhecer Deus e a alma, mas para ele essa busca é uma só, pois Deus se faz conhecer no interior da alma. Para conhecer Deus devemos conhecer a nossa alma. É em nossa interioridade que devemos tentar encontrar Deus. Se não buscarmos a nós mesmos, ao mais profundo de nós mesmos, não encontraremos Deus e não vamos conhecê-lo.



Além de Deus ser amor, Deus é a condição para que exista o amor. Para que possamos conhecer o amor de Deus temos que estar amando as outras pessoas. A esse amor aos homens Agostinho chama de amor fraterno ou caridade cristã. Amar a Deus é algo natural e intrínseco à natureza humana, pois somos imagens de Deus nosso criador que é a verdade eterna e a verdadeira eternidade.



Deus é o criador de tudo que existe no tempo, mas ele é criador também do tempo. O tempo começou com a criação, antes dela não existia tempo e Deus está fora do tempo, pois é eterno. Em Deus não existe passado ou futuro, ele é imutável e um ser imutável como Deus vive um eterno presente.



Para agostinho o tempo do homem é medido pela alma e para nós existe um passado e um futuro porque somos seres mutáveis e não podemos viver em um eterno presente. O passado é uma memória guardada na alma e o futuro é a alma que espera os acontecimentos. O presente é um constante deixar de ser tanto do futuro como do passado, é uma intuição. Existem, portanto três tempos presentes, o presente do passado, o presente do presente e o presente do futuro. Esses três tempos encontram-se em nossa alma.



O mal em Agostinho é o amor por si mesmo e o bem é o amor por Deus. Os homens que vivem para amar Deus formam a Cidade de Deus e os homens que vivem para amar a si mesmo formam a Cidade dos Homens. Na cidade de Deus vive-se segundo as regras do espírito e na cidade dos homens vive-se segundo as regras da carne. As duas cidades vivem mescladas uma com a outra desde que iniciou a história da humanidade e assim ficarão até o fim dos tempos. Cada ser humano tem que se questionar para saber a qual das duas ele faz parte.



Deus não criou o mal. Agostinho acreditava que um ser em que só pode residir o bem não pode ser o criador do mal. Tudo que existe é bom e o mal é a ausência desse bem, é a ausência de Deus. Deus nos concedeu o Livre-Arbítrio, que é a nossa capacidade de decidir conforme nosso entendimento, e é dele que vem o mal. Deus nos criou independentes para que pudéssemos decidir por nossa vontade e através de nossa liberdade escolher o bem e não o mal. Quando o homem escolhe o mal ele se afasta de Deus.





Sentenças:



- Ame e faça o que quiser.



- Se não existir caridade não existe justiça.



- A suspeita é o veneno da amizade.



- Quem se casa está bem, quem não se casa está melhor.



- O mundo é um livro e quem não viaja lê somente uma página.



- Quem canta reza duas vezes.



- Com caridade o pobre é rico, sem caridade o rico é pobre.



- Errar é humano, continuar no erro é diabólico.



- A ignorância é a mãe da admiração.



- A medida do amor é amar sem medida.



- Os ociosos caminham lentamente e por isso os vícios os alcançam.



- Dai-me a castidade, mas não agora.



- No interior de todo homem existe Deus.


Brinque com a MORTE!!!! Veja...


Reflita sobre esse video faça 2012 diferente...

Chaplin fazendo poema!

"Um Poema de Chaplin"


Já perdoei erros quase imperdoáveis,

tentei substituir pessoas insubstituíveis e

esquecer pessoas inesquecíveis.

Já fiz coisas por impulso,

já me decepcionei com pessoas quando nunca pensei me decepcionar,

mas também decepcionei alguém.

Já abracei pra proteger,

já dei risada quando não podia,

fiz amigos eternos,

amei e fui amado,

mas também já fui rejeitado,

fui amado e não amei.

Já gritei e pulei de tanta felicidade,

já vivi de amor e fiz juras eternas,

"quebrei a cara" muitas vezes!

Já chorei ouvindo música e vendo fotos,

já liguei só pra escutar uma voz,

me apaixonei por um sorriso,

já pensei que fosse morrer de tanta saudade,

já tive medo de perder alguém especial!

Mas vivi!

E ainda vivo!

Não passo pela vida...

e você também não deveria passar.

Viva!!!





Por Chaplin !

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

A Iniciação é Ruptura

A Iniciação é Ruptura






Sem Ruptura não há Iniciação. Quando há Iniciação sem Ruptura, não é Iniciação, é uma concepção mental da mesma.



Ruptura com o nosso ego – que mais não é do que um eu ilusório, um falso eu, no qual procuramos uma cómoda e irrealista sensação de segurança no sempre mutável mundo da manifestação.



O ego é tão frágil quanto a concepção meramente racionalista e mental da Realidade. O ego é um guardião do umbral, nele se projectam todos os nossos piores receios. É verdadeiramente o nosso pior e único inimigo real. É um obstáculo à Iniciação, mas pode também ser um impulsionador da mesma. Para tal, o ego deve ser considerado como aquilo que é, nem mais, nem menos. Ele pode ser um excelente servo, mas quantas vezes é um terrível senhor!…



O ego tem medo de perder algo. E quanto mais tenta prender com as suas garras aquilo que não pode ser preso, tudo lhe foge.



O eu não tem medo de perder o que quer que seja. Em primeiro lugar, porque nada lhe pertence. Em segundo, porque é tudo.



A Iniciação que é conferida ritualmente numa Ordem Iniciática autêntica transmite uma semente àquele que busca. Porém, assim como um terreno deve ser fértil e estar lavrado para abraçar e fazer crescer essa semente, o iniciável deve romper com o passado, romper com as falsas concepções que tem acerca de si próprio, romper com tudo aquilo que não é verdadeiro. Só quando deixar de pensar a Iniciação é que se tornará naquilo que já era mas não sabia, um Iniciado. É preciso ir para além de pensar a Iniciação. É preciso vivê-la, senti-la e pressenti-la. Por melhor que seja a semente, quando esta é plantada num mau solo, ou quando não é regada, ela jamais crescerá. Será uma semente morta, inútil, desperdiçada. Por isso existe o adágio místico: “Muitos são os chamados, pouco são os escolhidos.”



Receber a semente é o mais fácil. É no preparar o solo e no cuidar da semente que está a chave da realização da Grande Obra. E aí percebemos que a semente nunca nos foi verdadeiramente “dada”, ela já existia em nós, mas estava adormecida.



Na Iniciação, a transmissão é 1% do trabalho, a inspiração é também 1%. Os outros 98% são transpiração. Iniciação sem transpiração é teatro. Iniciação sem transpiração é não-vivência da mesma.



Por isso, bem mais importante do que o grau recebido numa iniciação, é trabalharmos no nosso laboratório-oratório interior para atingir o estado correspondente a esse mesmo grau. Porque, para quem o recebe ou transmite, o grau não implica ter atingido esse estado. O estado não se transmite, conquista-se.



A Iniciação é o Despertar



Enquanto não despertarmos somos homens da torrente, seres adormecidos, inconscientes da sua verdadeira condição.



Aquele que Desperta nasce para uma nova realidade. Ele não nega o “Jogo do Mundo”, conhecido entre os hindus como “Lyla”, o mundo da manifestação visível e da aparência, de natureza fenoménica, fruto do mundo real e invisível, do incriado, de natureza numénica.



Não negando o Jogo do Mundo, aquele que Desperta aceita-o, porque sabe que faz parte da Máquina do Mundo. Mas aceita-o sem o tomar pela realidade. Aceita-o como ilusão. Ele está no mundo, mas não é do mundo, porém, vive no mundo. A sua pátria verdadeira é a das estrelas.



Aquele que Desperta reconhece o mundo que vive como um sonho.

Aquele que Desperta reconhece o mundo que sonha como uma realidade.

Aquele que Desperta, acorda e, assim, tudo lhe é revelado. Pois tudo está em si e Ele é tudo.



Ele é Aquele que É.



A Iniciação é o Absoluto



A Iniciação está para além de quaisquer palavras. O segredo da sua eficácia apenas diz respeito àquele que a vive. Querer defini-la é negá-la.



As técnicas iniciáticas e as ordens iniciáticas devem conduzir o iniciado à Via. Quando não o fazem, não são iniciáticas, são estruturas temporais. A iniciação não é confinável ao mundo da temporalidade. O seu reino é outro, inefável e intocável. A iniciação está para além do tempo e das concepções dos homens.



Sem o Silêncio não se chega ao Mistério.

Sem o Mistério não se chega à Iniciação.

Sem a Iniciação não se chega ao Absoluto.



O Absoluto é o abandono ao ser em si. É o não-fazer e o não-ser: a Não-Via.



A Não-Via não exclui as vias, antes integra-as, potencializando-as como facetas particulares da expressão do Real.



As nossas concepções da Realidade não passam disso mesmo, concepções. E, sendo nossas, nunca poderiam deixar de ser limitadas. Para abraçarmos o Absoluto temos de nos entregar, abandonando-nos ao Vazio. Aí nós somos aquilo que somos e não aquilo que pensamos que somos.



Vazio de mim, eu sou uma taça-receptáculo para o Divino, um Graal cujas facetas são a expressão do múltiplo que é uno.



Três Avisos:



Se eu recusar a iniciação, serei um eterno adormecido, presa da temível fatalidade.

Se, iniciado, eu recusar a ruptura, serei uma infeliz vítima do meu ego.

Se, tendo vivido a ruptura, a negar, mergulharei na noite negra da alma e no limbo dos mundos.



Três Luzes:



A Iniciação Leva à Ruptura

A Ruptura Provoca o Despertar

O Despertar Conduz ao Absoluto



Sir.: Gabriel

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Por que tem que haver um “por quê”?

Por que tem que haver um “por quê”?








Para tudo, sempre, exigimos um “porque”.



Quer ver só?



Por que será que o LEO me manda e-mails?







Sempre vejo a extrema necessidade que colocamos nesta interrogação. Mas, será que realmente é necessário?



Em outra oportunidade, pude escrever acerca da evolução do ser - na minha visão, óbvio – que estaria indo no rumo contrário. Citei, dentre outras coisas, que a busca constante de tecnologia e evolução poderia estar, justamente, na contra-mão da evolução.



Considerando que evolução é o desenvolvimento progressivo de uma idéia, cada série de movimentos harmônicos que tentamos concatenar em prol deste direcionamento podem estar parcialmente ou completamente equivocados.



Justifico este pensamento sobressaltando o maior desejo de todas as pessoas: A FELICIDADE.



Todos, de alguma maneira, forma, jeito, tipo, buscam a felicidade. Felicidade na vida, no relacionamento, na família, no trabalho, em tudo!



E, se olharmos para trás e tentássemos enxergar, sobre nossos ombros em um passado não tão distante assim, quão feliz éramos, mesmo antes de entrar na escola.



Crianças, normalmente, são mais felizes que nós, ditos adultos, ditos profundos conhecedores de “algo”. Então, seria a evolutiva caminhada natural do ser o que realmente trará a felicidade?



Um grande amigo sempre me disse como era importante ver a vida com “os olhos de um poeta”. Hoje defendo a idéia de que isso SIM desve ser feito, para não chegarmos lá na frente (ou aqui e agora) e vermos o quanto nos distanciamos de nossa própria essência.



Enfim, a felicidade!



Ah! A Felicidade.



Merece incontáveis parágrafos e mesmo assim, nunca chegaríamos a um consenso universal. Sucinto, felicidade está inteiramente ligada com outra palavra: SUCESSO.



SUCESSO – agora indago – em que?



Na vida, no relacionamento, no trabalho, na família, em tudo!



E como?



Sucesso é inevitável. Incontrolável. Não sou eu nem você que vai determinar se teremos ou não sucesso. Ele ocorre e PRONTO. FIM.



Sucesso é aquilo que sucede. Resultado. Só isso.



Nós é que atribuímos a palavra sucesso aos resultados POSITIVOS que podemos atingir.



Mas não. SUCESSO é AQUILO QUE SUCEDE.



Então, tudo, herméticamente comprovado, terá sucesso.



- Aqui se faz, aqui se pága!



- Assim no céu, como na terra!



- Toma lá, dá cá!



- Tudo tem um preço!



- Ação e reação!



Estes e muitos outros são exemplos de que o sucesso é iminente. E eminente, também!



Noves fora, se o sucesso ocorre por acaso (contrariando o Dr. Lair Ribeiro) a felicidade também, uma vez que estão intimamente ligados.



Costumo dizer aos meus amigos que “... os limites do homem é somente o próprio homem quem determina...” e isso facilita um bocado de coisas nesta curta vida material em que, ora, me encontro.



Não adianta empeiticar comigo, é fato!



A placa de trânsito, exemplificando, quando “proíbe” você de estacionar, efetivamente faz isso?



Não!



Você que determina se ELA pode ou não comandar vossos atos.



Radical né?



Nem tanto.



O problema é que fazemos destes pequenos limites impostos em nossas vidas aleatoriamente a LEI MAIOR do nosso templo interior, quando na verdade é apenas uma seqüela da organização em sociedade que desde quase sempre domina nossa essência.



As ordens Thelêmicas ou Thelemitas sempre coadunaram com este propósito de liberdade, porém sempre muito mal interpretadas.



Nós, homens livres e de bons costumes não deveríamos camuflar nossa essência toda hora. Não proponho anarquia e sim sinarquia.



Extremismos também não auxiliarão, mas gradativamente, o desentrelaçar da corda que nos prende ao mundo material pode trazer benefícios incomensuráveis.



A própria evolução que todos pensam estar à frente, pode muito bem se encontrar bem atrás de nós, tentando nos alcançar e apressando o passo cada vez que aceleramos, acreditando que na frente seremos felizes.



Pronto! Está aí o motivo e título deste breve texto.



Por que tem que haver POR QUÊS?



Justamente no sentido contrário da evolução, reencontraremos com nossa essência que não é “tão” social e sim ANIMAL. Não com conotação brutal, mas com sentido intuitivo e instinivo.



Há aqueles que sequer se manifestam quando sentem o fervor em suas veias. Há também, aqueles que se silenciam diante de outras atitudes contrária e direcionadas a eles, pensando assim, que estão colaborando para a paz. E a vossa paz? E você? E seus sentidos? E seus sentimento? E seus instintos? Vai transformá-los, mais uma vez em rugas? É isso que costumamos fazer!!! Nossas preocupações e estresses se transformarão em rugas ou em cânceres, depressões inexplicáveis ou AVCs. Se não acredita, procure informações acerca do índice de possíveis causas de morte nos últimos 10 anos... Veja quais causas aumentaram.



Eu só quero três coisas:



- Dois coqueiros



- Uma rede



Assim, meus momentos comigo mesmo serão, com certeza, muito mais involutivos! Serão mais intuitivos!



Aqueles que se esquecem que tem alguém ao lado e não somente um colega (ou inimigo) de trabalho devem rever seus próprios conceitos. Existe aí, atrás desta báia (não era para cavalos?!?!?!) existe também uma vida. Um ser humano e não uma máquina. Com sentimentos, dificuldades, sorrisos ocultos, problemas e voz, disposto a falar para quem puder ouvir. Debata, conversa, discuta, escute, fale... Acabe com sua “fábrica” de rugas. Coloque pra fora o que sente. Levante e abrace seu colega. Chega hoje em casa e abrace sua mulher, sua mãe, seu pai, seu irmão. EU mesmo, desde sempre, busquei nestes gestos mais simples o verdadeiro valor. Hoje, me doou com intensidade. Não beijo minha garota com “selinho”. Não “dou tapinha” nas costas do abraçado. Não digo “eu te amo” da boca pra fora. É isso que colabora... Isso que é o fomento para nossa “fábrica de rugas”.



E, mesmo quando os outros estranharem suas atitudes, saiba: ELES na verdade, precisam de alguém como você, por perto.



E, faça mais coisas sem haver POR QUÊ?



Ou pelo menos não tente identificar os POR QUÊS!







Seu corpo sentirá a diferença. Seu rosto agradecerá!







E você, com certeza, sentirá o “POR QUÊ”!







E eu também!







Eu vos agradeço.











Leo Cinezi

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Reflexão, sobre isso!!

"De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto."




Rui Barbosa

domingo, 14 de agosto de 2011

O que é uma Espada?

O que é uma espada?




O que ela significa?

Por que tantos homens de bem, livres e de bons costumes viveram por ela?

Qual o significado dela para vc, meu ir.:?

Vc tem uma?

Se tens?

Qual? Sem ser aquela que recebestes por algum motivo de colecionador ou militar?

Nossos guardas do Templo, tem noção de seu poder, da maneira de usá-la corretamente?

Por que nossas espadas ficam, no templo, largadas nas cadeiras?

É feito de metal impuro e de baixa qualidade?

Se combatêssemos com elas no mundo físico, não as utilizariam? Utilizariam...?

Que maçons, nós somos?

Que maçons queremos ser? Reivindicando serem herdeiros das tradições templárias, que tradições?

Criamos ritos a vontade do homem imperfeito e impuro, cheio de ego, vaidade, sem lembramos do verdadeiro rito criado por Adonai Sabbaoth.

Como JUNG e FREUD, criamos mitos para nós crermos.

Basta um elemento com um pouco mais de conhecimento de História no passado, para criar ritos maçônicos, para dizer que vieram dos antepassados, e aumentar o louvor sobre algo que não existiu.

A maçonaria é uma escola de vida que através de alegorias e pequenas parábolas mostra ao imperfeito e o inseguro Homem, um caminho da filosofia e racionalismo, para que esse busque a virtude e aproximação da personalidade do Homem Perfeito, o Messias, o Khirstus, isso mesmo em Grego. Não o mito criado por homens espertos(Constantino) no Concílio de Nicéia.

De Pike a Swendenborg, falam do nosso REAA, e nós, pedreiros tupiniquins influenciados pela escola jacobita francesa, recriamos algo que não é executado corretamente.

Sou um pensador livre que não gosto de ritualística, pois sem seu verdadeiro significado, não tem utilização. Como diferente o rito York, conhecido por mais aproximar dos ritos ancestrais, tem um nome característicos por nossos “ESTUDIOSOS ESTRANGEIROS”, o de rito Patriarcal.

Estudiosos que não temos no Brasil, escritores apenas copiam e modificam conteúdos de estudos franceses, pois se tentassem estudar mais veriam o que lhes apresentam. José Castellani, um desses autores se procurarmos nos acervos das bibliotecas francesas, encontrará muitos livros deles, só que publicados por outros antes dele, em outros idiomas.

No estado do Rio de Janeiro, a nossa Ordem virou uma febre de títulos. Encontramos Garbosos pedreiros com 02 anos de maçonaria ostentando o grau 32, do REAA. Preparando-se para a série final. Será que encontrei elementos de pura luz, não mesmo, pois em minha estadia em recinto profano, vi por varias vezes fazerem sinais e falarem palavras sagradas aberto ao publico.

Defronte a isso continuamos a louvar na História, aquele que foi o maior traidor da Ordem e da Nação, D. Pedro I. Aquele quem nem em seu país de origem os verdadeiros Cavaleiros tinham respeito por sua imagem e família, já que o mesmo autorizou sua filha de 04 anos a casar com seu Irmão de Sangue, D. Miguel. Seu pai D. João era achocalhado pela Corte. Mas fizemos maçom, colocando-o em sua mão uma ESPADA, declamando uma frase linda, próximo ao córrego do Ipiranga. Que não foi de autoria dele, e sim dos Irmãos Andradas. Mas, a espada e o maçom estão lá, como Napoleão montado sobre o cavalo branco e sua Significativa Espada apontando a vitória. Como os seus Irmãos Jacobitas o pintaram. Nós o fizemos, mostrando ao Brasil uma força que não existiu, assim mais um mito criado e copiado dos Franceses.

Denominamos nos oriundos da Grande Loja da Inglaterra, todavia se aumentarem a cota a ser paga para ser reconhecidos vamos para uma potencia mais barata. Talvez a de origem francesa o GOB. O REAA de escocês só tem o nome que o velho Wiskie Paraguaio que comprava na Fronteira, é triste constatar isto, contudo é tudo verdade.

Ora meus Caros, o que é uma espada?

Eu sei...

Só sei que nada sei...


FM+oc

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Meditação I

Ao ler o trecho abaixo, deslumbrei um texto interessantíssimo do que é uma visão pragmática de sociedade e visão do homem. Compartilhe comigo:

'Na introdução de seu seu livro “Magia e Capitalismo”, um clássico que acaba de completar 30 anos, Everardo Rocha fala sobre uma das características básicas de seu ofício, que talvez seja o mais adequado a essa tarefa: “Quando se é antropólogo, um dos momentos mais fundamentais é aquele em que o nosso mundo, os círculos sociais em que nos movemos, as famílias que nos cercam, os universos de símbolos e valores nos quais acreditamos começam a causar estranheza. Neles, de repente, se abrem espaços para pensamentos ora engraçados ora assustadores, mas sempre colocam aquilo que está automatizado e rotinizado em suspensão.” É o efeito que me causa pensar em toda essa grana, mas ainda não conegui dar o passo seguinte do texto do Everardo: “Do lugar onde se está frente ao mundo pode-se ter acesso a uma visão deslocada desse mundo. Não no sentido de ‘fora’ dele, mas de dentro, estranhando.”

Reflexões:

1. Sabemos muito sobre o universo de simbolos que nos cercam?
2. Valores e os bons costumes que nos cercam são mutantes, como a nossa sociedade? Ou até mesmo como o homem?
3. O que é dentro ou fora desse MUNDO? Ou de quantos mundos nós estamos dentro ou fora?

Você sabe responder essas perguntas...?

Boas meditações...

FM_oc

sábado, 23 de outubro de 2010

Quem é o herói ou vilão?

Quem é o herói ou vilão?


Num certo dia desses vi uma palestra sobre a Temática “Garibaldi, 1º maçom italiano”. Pensei sobre o tema. Na tal palestra, velavam pelos feitos desse “Bambino”, como um herói, um homem extraordinário, um exemplo de pedreiro livre. As informações que passava o palestrante, eram de que esse italiano parecia um Super-Homem. Como estudioso e historiador, bem como sabem alguns, Garibaldi não foi nem metade do que falam nos livros ou fontes vulgares ensinadas aos bancos escolares.

Perdoe-me, mas Di Cavour deve ter revirado no Túmulo, quando todo mérito da Unificação daqueles 12 condados, sobre uma mesma bandeira, foi dado a Mazzini e a Garibaldi. Para inicio, Mazzini e Garibaldi pertenciam a um grupo radical que se intitulavam Carbonários, um tipo de um rito maçônico, que deriva de um rito Francês Jacobita. Franceses Jacobinos(radicais por natureza, responsáveis pelo período mais sangrento da Revolução francesa), por volta de 1830, temerosos com futuro deles(diga-se de passagem não era bom por terem sido responsáveis pela divulgação dos manuais ritualisticos da época), fugiram para Itália e se adaptaram(digo viveram na clandestinidade), criando e influenciando intelectuais Italianos, com ideais revolucionários radicais. Assim, foram criado os Carbonários e o Risorgimento. Porém não vamos longe. Em 1830, na França, houve uma revolução que deporia Luis XVIII, e posteriormente, Carlos X. Os radicais Jacobitas queriam a república, o maçom La Fayette, sugeriu uma monarquia parlamentarista, aos moldes dos vizinhos Ingleses, sob a tutela de Luis Filipe I, iniciou-se a Monarquia de Julho, finda o Periodo que a Europa conheceu como a Restauração.

Voltaremos a Itália. De 1830 a 1845, temos Mazzini levando seus ideais anarquistas nacionalistas, junto do Grupo profano conhecido como a Jovem Itália, levando o terror através dos Carbonários, que saqueavam os burgueses e nobre italianos seguindo bem a doutrina de Proudhon. Lembrar, que Garibaldi, nesse mesmo período, desmotivado, triste, quiça cabisbaixo....rs. Resolve vir para América devido rumores de independência das Colônias que ocorria na Europa. Numa baldiação, no Rio de Janeiro, onde iria pegar um novo barco até Bueno Aires, fica sabendo da Revolução Farroupilha(revolta causada por problemas de roubo de gado na fronteira e descaso da coroa para com a província), resolve trazer os ideais de Mazzini para o Sul. Mas com qual objetivo senhores? Idealismo, sede pela liberdade?

Respondo negativo, ele veio levantar fundos nas colônias, para retornar a “Bota” e assim, fazer a sua revolução. Sabendo que D. Pedro não lhe ouviria, viu a Farroupilha como um Trampolim, pois sabia que aquelas províncias do Império, era uma das mais ricas então. Pois, inicia-se o ciclo do café, e o ciclo do Gado, passara. Tanto que, quando chega nas províncias Farroupilhas, faz um acordo de mutua ajuda caso saia vitorioso nessa empleitada. Retorna a Itália, quando ver que está perdendo a guerra, e vê a mudança de visão do líder da Revolução, o maçom Bento Gonçalves.

Pio IX, dá apoio ao Nacionalismo dos “Giuseppes”, receioso ao crescimento do Império Austro-Hungaro, e o Império Franco, a comando de Napoleão III. Em 1848, a independência era eminente. Porém, Reino de Piemonte perde a guerra para Austria, e a França derruba a república de Mazzini e Garibaldi em Roma. Assim, sob o comando de Vitor Emanuel ll, em 1852, Reino Piemontês, instaurou um regime constitucional, sob o comando de Camilo Benso, o Di Cavour. Conde Di Cavour, como bom político, une-se a França para derrotar a Austria, consagra-se vitorioso e fica com a região de Lombardia. Negocia com os Francos, a União dos demais ducados, com isso, é incorporados formando O Reino Norte Italiano. Faltando Apenas o Reino das Duas Sicilias. Em 1860, Ação no Reino Siciliano ficou com Garibaldi, com os seus Mil que libertou Napoles. Integrou ao Reino Piemontes, o Reino Siciliano. Devido a experiência fracassada da republica.

Cavour foi citado na Palestra, não sendo tão heróico assim por ser a favor de um estado monarquista, Garibaldi, heróico pela grande campanha Siciliana. Campanha, não detalhada como devida(pilhagem, mortes de colaterais, maus tratos). Qual interesse? Desconhecimento?

Sim. Pois como houve no Brasil, na mudança da monarquia para a república, precisava-se de heróis com ideais republicanos, e sem muita ligação com a monarquia;

Quem escreve a História senhores são os VENCEDORES. Assim, precisava de um mito republicano, e para a Itália, o mito foi Garibaldi, como para o Brasil, foi Tiradentes.

Detalhes errôneos da palestra: 1º Grão Mestre R.E.A.A. na Itália; era grau 33º; participante do Supremo conselho maçônico do REAA; 1º maçom italiano; detentor de ideal fraterno sem igual; equiparado a San Martin e Simon Bolivar(libertadores da América);

Revelo minha Estranheza, pois:

1. um italiano nascido em Turim conhecido por Napion, que chegou ao Brasil junto com a familia Real Portuguesa em 1808, era um iniciado na Arte Real. Notável pela ação além do seu tempo, na organização logística das tropas militares, aqui instaladas. Interessante que foi iniciado em Portugal no inicio do século XIX, quando fora convidado pelo D.João VI, a modernizar o Exercito Portugues, devido a ameaça Napoleonica;

2. O rito REAA constituído como potência na Itália, só foi reconhecido após a 1ªGM, em 1919. Era praticado o rito citado sim, mas não organizado assim, a pratica não tinha uma forma. Somado ainda que Garibaldi era praticante do rito Carbonário ou Florestal;

3. O grau 33 só foi instituído no inicio do século XX, nos EUA. Após reformas, resolveram adicionar mais alguns graus após o 25, inicio do sec. XIX, porém organizado com uma filosofia própria, não. Então, Garibaldi, só se foi pós-morte.

4. Integrante do Supremo Conselho, não preciso comentar que tal conselho, também só foi criado no séc. XX. Existia algo, precursor de tal conselho, todavia não operava nessa função de congregação. Ex. no Brasil, existia desde a Independência, porém foi se organizar meados da década de 20 do Séc. XX.

5. Ideal fraterno? Saqueou, matou a sangue frio, e há relatos em livros antigos de incompetência em combate, abandono de homens em combate; Descrente e desmotivado com a causa italiana;

6. Bolivar e Martin puxaram a perna do palestrante naquela noite. Os dois Generais, libertaram povos das mãos de caudilhos e usurpadores. Garibaldi libertou um Ducado, aonde lutou perdeu, parecia Mick Jagger na Copa 2010.



Para fechar palestrante equiparou Garibaldi a Lenin e a Guevara, quanto aos ideais de liberdade e de socialismo. Realmente, apelou; esses dois últimos, sem comentários, quem estudou História, sabem que eram loucos... Garibaldi foi maior que eles não precisava jogar na lama o “Bambino Thiago Lacerda”. “Herói de dois mundos” controvérsio tal título. Herói aonde?

O Ser humano anda mesmo carentes de Heróis, temos que tomar cuidado para ensinarem aos nossos netos, que o Holocausto aconteceu, e que o tal de Adolf era louco não herói. Se Guevara, um homicida sanguinário, é tido como herói nos dias de hoje, imagine amanha.

Idéias liberais Di Cavour não são a mesma coisa de socialismo ou populismo de Proudon.

Assim quem é o herói e quem é o vilão? Afirmo que vai depender de quem conta a História. O pesquisador que não se encanta com o mito, buscando avaliar todas as versões, não raciocinando com versões isoladas e sim com contexto geral.

O pior é que para maioria da assistência, aquilo foi maravilhoso. Comprovando que os homens não andam estudando.



PS.: Leiam o post sobre Cavour...

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Medo da Morte...?

O MEDO DA MORTE...






Meus Ilustres Irmãos,



Fazendo uma ligação da temática desenvolvida em uma outrora Prancha, venho trazer-lhes o tema Medo da Morte. Todos nós temos, é inevitável, por amarmos tudo a nossa volta.

A Morte acredita-se ser uma “liberação” para o “vôo” em direção ao infinito e incognoscível. Entender plenamente a MORTE é trazer consciência à vida, tornando-a intensa e radiante.

Os epicuristas sustentavam que a morte era o nada, assim não havia nada a temer. O medo da morte, supunham eles, que era morrer sofrendo.

Os estóicos diziam que a morte não deve ser temida porque não podemos fazer nada a respeito dela. É irracional temer o inevitável.

Nietzsche disse que deveríamos aceitar a morte com alegria, decidindo quando morrer.

Segundo outros Existencialistas (movimento filosófico de Nietzsche), a morte deveria ser uma fonte de terror porque revela o absurdo máximo da existência. De um ângulo mais otimista, eles viam a morte como motivação para viver mais intensamente.

Já Voltaire, afirmou que somos as únicas criaturas que contemplam a morte. Contudo não somos as únicas que dão duro para se manter vivas, e então lutar arduamente pela vida evidentemente não exige o medo da morte. Assim, a morte não é apenas uma ação evolutiva de adaptação, mas um subproduto inevitável de nossa habilidade desenvolvida de pensar e refletir.



Um Poema para reflexão:



“O que tem a Assustadora Morte para

Assombrar os Homens

Se as Almas, assim como os Corpos, morrem?

Da aflição e da dor nos libertaremos;

Não iremos sentir, porque não Seremos”

(Lucrécio, de Rerum Natura)



Entretanto talvez não seja realmente da morte o nosso grande medo. Talvez tenhamos esse sentimento devido termos vivido sem ter descoberto o que é a vida. Que vivemos tal dia sem intensidade e passado, assim foi um dia a mais; ou melhor, um dia a menos. Problemas, estresse do cotidiano faz-nos a vermos o mundo do ponto de vista negativo. Logo, não faz-nos, vermos os obstáculos da vida, como uma oportunidade de crescer, o lado positivo da Criação. Como oportunidade de chegarmos mais próximo ao Criador.

Portanto, aqui está o Milagre da Vida.

É a Auto - Realização.

É a felicidade.

É a superação, é ver o mundo de um enfoque positivo.

Então viva, ame, compartilhe intensamente.

Pois só assim seremos MESTRE de nós mesmos.



Então para que temermos a Morte?

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